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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

LENDAS E MISTÉRIOS- ANA JANSEN

Lendas e mistérios povoam o imaginário popular em São Luís. Fantasmas, animais encantados e carruagens de fogo fazem parte da crendice popular, que ainda hoje encanta crianças e adultos.

A Serpente Encantada - Conta-se que uma serpente encantada, que cresce sem parar, um dia destruirá a ilha, quando a cauda encontrar a cabeça. O animal gigantesco habitaria as galerias subterrâneas que percorrem o Centro Histórico de São Luís e, embora seu corpo descomunal esteja em vários pontos da cidade (a barriga na Igreja do Carmo, a cauda na Igreja de São Pantaleão), o endereço mais certo do bicho é a secular Fonte do Ribeirão. Há quem garanta ser possível observar, através das grades que isolam as entradas do monumento, os terríveis olhos do animal.

Ana Jansen e sua carruagem encantada - É talvez a lenda mais popular de São Luís. Reza que Ana Jansen, mulher rica, poderosa e, segundo alguns, muito malvada com seus escravos, teria sido condenada a pagar seus pecados vagando eternamente pelas ruas da cidade numa carruagem encantada. O coche maldito parte do cemitério do Gavião, em noites de quinta pra sexta-feira, e ai de quem encontrá-lo pelo caminho. Ao incauto, Ana Jansen oferece uma vela acesa que, na manhã seguinte, estará transformada em osso de defunto. Um escravo sem cabeça conduz a carruagem, puxada por cavalos também decapitados.

Manguda - No final do século XIX, um fantasma assombrava a região onde hoje fica a Praça Gonçalves Dias. Era a Manguda, cujos relatos mais remotos dão conta de tratar-se de uma figura alva como um lençol e com uma estranha luz na cabeça. Embora tenha feito muita gente correr, descobriu-se mais tarde que o famoso fantasma não passava de fraude. A brincadeira de mau gosto foi na verdade invenção de contrabandistas, com o objetivo de expulsar curiosos das ruas enquanto cometiam seus crimes.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A CULTURA BRASILEIRA

A cultura brasileira reflete os vários povos que constituem a demografia deste país sul-americano: indígenas, europeus, africanos, asiáticos, árabes etc. Como resultado da intensa miscigenação de povos, surgiu uma realidade cultural peculiar, que sintetiza as várias culturas.

A tensão entre o que seria considerado uma cultura popular e uma erudita sempre foi bastante problemática no país. Durante um longo período da história, desde os Descobrimentos até meados dos séculos XIX e XX, a distância entre a cultura erudita e a popular era bastante grande: enquanto a primeira buscava ser uma cópia fiel dos cânones e estilos europeus, a segunda era formada pela adaptação das culturas dos diferentes povos que formaram o povo brasileiro num conjunto de valores, estéticas e hábitos rejeitado e desprezado pelas elites. Grande parte do projecto estético modernista foi o de resgatar nos campos considerados "nobres" da Cultura (nas artes em geral, na literatura, na música, etc) e até mesmo nos hábitos quotidianos a vertente popular, considerando-a como a legítima cultura brasileira.

Atualmente, o país passa por um processo de integração cultural no Mercosul, e, de forma a acelerar esse processo, está a criar a Universidade do Mercosul, uma instituição multicampi que terá unidades em todos os países do bloco, inclusive os associados.


Formação da Cultura Brasileira

Os Portugueses
Dentre os diversos povos que formaram o Brasil, foram os europeus aqueles que exerceram maior influência na formação da cultura brasileira, principalmente os de origem portuguesa. Durante 322 anos o País foi colónia de Portugal e houve uma transplantação da cultura da metrópole para as terras sul-americanas. Os colonos portugueses chegaram em maior número à colónia a partir do século XVIII, sendo já neste século o Brasil um país Católico e de língua dominante portuguesa.


Os indígenas
Segundo alguns historiadores, séculos de dominação moura e relação com outras civilizações facilitaram o contacto entre os colonos portugueses e os indígenas brasileiros, todavia isso não impediu que os nativos fossem dizimados pela acção colonizadora.

As primeiras décadas de colonização possibilitaram uma rica fusão entre a cultura dos europeus e a dos indígenas, dando margem à formação de elementos como a Língua geral, que influenciou o português falado no Brasil, e diversos aspectos da cultura indígena herdadas pela actual civilização brasileira. Além da dizimação dos povos autóctones, houve a acção da catequese e a intensa miscigenação, o que contribuiu para que muitos desses aspectos culturais fossem perdidos. A influência indígena faz-se mais forte em certas regiões do país em que esses grupos conseguiram manter-se mais distantes da acção colonizadora e em zonas povoadas recentemente, principalmente na Região Norte do Brasil.


Os africanos
A cultura africana chegou através dos povos escravizados trazidos para o Brasil num longo período que durou de 1550 à 1850. A diversidade cultural de África contribuiu para uma maior multiplicidade do povo brasileiro. Os próprios escravos eram de etnias diferentes, falavam idiomas diferentes e tinham tradições distintas. Assim como a indígena, a cultura africana fora subjugada pelos colonizadores, sendo os escravos baptizados antes de chegarem ao Brasil. Na colónia aprendiam o português e eram baptizados com nomes portugueses e obrigados converter-se ao catolicismo. Alguns grupos, como os escravos das etnias hauçá e nagô, de religião islâmica, já traziam uma herança cultural e sabiam escrever em árabe e outros, como os bantos, eram monoteístas. Através do sincretismo religioso, os escravos adoravam os seus orixás através de santos Católicos, dando origem às religiões afro-brasileiras como o Candomblé.

Os negros legaram para a cultura brasileira uma enormidade de elementos: na dança, música, religião, cozinha e no idioma. Essa influência faz-se notar em praticamente todo o País, embora em certas zonas (nomeadamente nos estados do Nordeste como Bahia e Maranhão) a cultura afro-brasileira seja mais presente.


Os imigrantes
A imigração europeia foi incentivada não apenas para suprir o fim da mão-de-obra escrava, mas também foi promovida pelo governo, que tinha a intenção de branquear o Brasil e europeizar a sua cultura, afinal, a maior parte da população no século XIX era composta por negros e mestiços. Dentre os diversos grupos de imigrantes que aportaram ao Brasil, foram os italianos que chegaram em maior número, entre 1870 e 1950. Espalharam-se desde o sul de Minas Gerais até ao Rio Grande do Sul, sendo que a maior parte instalou-se na região de São Paulo. Além dos italianos, destacaram-se os alemães, que chegaram em fluxo contínuo desde 1824. Esses fixaram-se primariamente na Região Sul do Brasil, onde diversas regiões herdaram influências germânicas desses colonos.

Os imigrantes que se fixaram na zona rural do Brasil meridional, vivendo em pequenas propriedades familiares (sobretudo alemães e italianos), conseguiram manter os costumes do país de origem, criando no Brasil uma cópia das terras que deixaram na Europa. Em contrapartida, os imigrantes que se fixaram nas grandes fazendas e nos centros urbanos do Sudeste (portugueses, espanhóis e árabes), rapidamente se integraram na sociedade brasileira, perdendo muitos aspectos da herança cultural do país de origem. A contribuição asiática viria com a imigração japonesa, porém de forma mais limitada.


Religiosidade Individual
Nem todos os brasileiros e brasileiras consideram-se membros de qualquer religião, organizada ou não. Prevalece a liberdade de culto dentro do Estado Brasileiro. De acordo com a Constituição Federal, a participação de cidadãos brasileiros em quaisquer actividades religiosas no país é um direito e uma responsabilidade individual que não deve jamais ser abdicada, sofrer quaisquer tipos de coerções e/ou incitações. Nenhuma religião está acima das leis seculares vigentes em solo nacional.

Cerca de três quartos da população brasileira segue a Religião Católica Romana, o que faz do país o maior em número absoluto de católicos no mundo. Há ainda um pequeno número de seguidores da Igreja Católica Apostólica Brasileira. Seguem o Protestantismo 15 por cento da população (a maior parte através de igrejas evangélicas pentecostais), 1 por cento é espírita, 0,5 por cento é testemunha de Jeová e cerca de 7 por cento não tem religião. Outras religiões que, apesar de poucos praticantes, merecem citação são as religiões de origem africana (praticadas por vezes em sincretismo com a religião católica), como a Umbanda e o Candomblé. O Judaísmo, o budismo, o islamismo e hinduismo (hare krisna) têm um número reduzido de seguidores no Brasil, geralmente concentrados em cidades do Sul, Sudeste ou Nordeste.


Artes
Literatura
As primeiras manifestações literárias no país resumem-se basicamente à produção de textos narrativos sobre o país inseridos no contexto dos Descobrimentos. A produção literária de ficção, propriamente dita só vem a ocorrer efectivamente com a inauguração do Barroco.

A preocupação em produzir uma literatura genuinamente nacional começa a existir com a intenção nacionalista romântica, mas esta limita-se a buscar temáticas supostamente brasileiras (como o indigenismo e o regionalismo) e repetir as formas europeias. Algo semelhante ocorre com o Realismo e o Naturalismo, ainda que autores como Machado de Assis tenham sido considerados altamente inovadores.

Os vários movimentos modernos que explodem no início do Século XX (entre os quais destaca-se o antropofágico representado por Mário e Oswald de Andrade) têm por princípio rejeitar os valores europeus e buscar aquilo que é genuinamente nacional, digerindo a cultura estrangeira e devolvendo-a sintetizada à nacional.


Artes visuais
Até meados do século XIX a produção plástica das artes brasileiras possui pouco destaque, exceptuando o trabalho de Aleijadinho e Manuel da Costa Ataíde no Barroco mineiro. De mencionar ainda a produção de artistas estrangeiros que durante o período colonial estiveram no país registando as paisagens e hábitos locais, como Albert Eckhout.

A pintura brasileira do Século XIX é bastante académica, altamente influenciada pelo trabalho da Missão Artística Francesa (da qual faziam parte nomes como Jean Baptiste Debret e Nicolas-Antoine Taunay). A referida Missão foi responsável pela criação da Escola Imperial de Belas Artes. Desse período, destacam-se as pinturas históricas de Victor Meirelles e Pedro Américo.

Música
Alguns dos géneros musicais populares originários do Brasil mais conhecidos são o Choro, o Samba, a Bossa Nova e a Música Popular Brasileira. Como chorões podemos destacar Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Altamiro Carrilho. Exemplos de sambistas são Cartola e Noel Rosa. O maestro Tom Jobim, o poeta Vinícius de Moraes e João Gilberto, por outro lado, são nomes conhecidos ligados à Bossa Nova e cuja obra teve repercussão internacional, tendo sido gravada por nomes como Frank Sinatra e Stan Getz. Posteriormente à Bossa Nova, o movimento conhecido como Tropicália também teve um papel de destaque como música de vanguarda e experimental.

Mas o Brasil tinha também um papel importante na tradição clássica. Considera-se que o primeiro grande compositor brasileiro foi José Maurício Nunes Garcia, contemporâneo de Mozart e Beethoven. Carlos Gomes, autor da ópera O Guarani, adaptação do romance homónimo de José de Alencar, foi o primeiro compositor brasileiro a ter projecção internacional. No século XX destaca-se o trabalho de Heitor Villa-Lobos, responsável pela assimilação, por parte da música erudita, de diversos elementos da cultura popular, como os violões e determinados ritmos. Outros compositores importantes, na linha da música erudita são Guerra Peixe, Cláudio Santoro e Camargo Guarnieri. Na actualidade, destacam-se obras de compositores contemporâneos como Amaral Vieira, Edino Krieger e Osvaldo Lacerda.


Arquitectura

sábado, 26 de dezembro de 2009

O QUE SÃO COMUNIDADES QUILOMBOLAS?

As comunidades Quilombolas são populações negras que vivem no meio rural e se auto-identificam como Comunidades Negras rurais, Terras de Preto, Quilombos, Mocambos e outras designações correlatas, são um segmento de população negra brasileira marcada pela resistência, organização e, principalmente, pela luta em defesa de direitos sagrados: Terra, Liberdade, Cidadania e Igualdade.

Ao longo da sua trajetória neste país, esse segmento resistiu de várias formas a um processo constante de tentativa de retirar seus direitos enquanto cidadãos. A principal é a tentativa de negar o direito aos territórios em que efetivamente moram e trabalham. Nessas terras ocupadas centenariamente resistem a tentativas de desapossamento perpetrado por pretensos proprietários que, através de injustiças e da manipulação, concentram grandes extensões de terras, concorrendo para limitá-las a uma elite racista, relegando às favelas e palafitas os deserdados da nação. Nesse processo centenas de povos negros assim como indígenas foram dizimados a ferro e fogo. Contudo, apesar de negados pela história oficial, os quilombos existem em todo o país, construindo assim um marco de resistência da população negra contra a opressão.

As terras quilombolas são disputadas acirradamente por grandes fazendeiros, madeireiros, mineradoras e grandes projetos de hidrelétrica e bases espaciais. São constantes também, os conflitos entre quilombolas e grileiros que querem expulsar de seus territórios os verdadeiros donos.

Os Quilombos de hoje correspondem às chamadas terras de preto, ou Comunidades Negras Rurais, que se originaram, de fazendas falidas, das “doações” de terras para ex-escravos, das compras de terras pelos escravos alforriados, da prestação de serviços de escravos em guerras (Balaiada, Paraguai) e das terras de Ordens Religiosas deixadas à ex-escravos no início da segunda metade do século XVIII.

No Maranhão, conforme o levantamento realizado pelo Projeto Vida de Negro, mapeou-se algo em torno de quatrocentas situações de territórios ocupados por negros, portadores de uma identidade étnica que remonta à escravidão. Dizem respeito a um número finito de situações identificadas por uma referência étnica similar: as "Terras de Preto".

No Brasil, mais recentemente, um número expressivo de povoados com grande quantidade ou exclusivamente composto de trabalhadores rurais negros começou a despertar a atenção de setores expressivos da sociedade. Tal emergência tem suas origens fincadas na crescente organização dos trabalhadores do campo e na ascensão do Movimento Negro, enquanto movimento político catalisador de suas reivindicações, afirmadora de uma identidade étnica inserida no conjunto das lutas dos trabalhadores pela posse da terra.

Tão logo identificados tais grupos passaram a ser objeto de estudos antropológicos e jurídicos e apontaram o caminho dos seus legítimos interesses, irredutíveis às suas manifestações culturais, não obstante seu importante papel como recriadores de laços de afinidades e preservadoras da história desses grupos.

Tal luta expressa essa imensa dívida do Estado brasileiro para com a população negra, que sofre opressão dupla enquanto camponeses e minorias inseridas numa nação, por essência pluriétnica e, ao mesmo tempo, desigual, com a grande maioria do seu povo, reduzida à pobreza e à miséria. Seus opositores representam-se nos dados estatísticos sobre a situação fundiária do país, onde a grilagem, fomentada inclusive pelos próprios organismos fundiários, e o assassínio dos trabalhadores são a nota constante.

Tratados comumente pelos órgãos oficiais sob a ótica de uma política fundiária que desconhece em profundidade tais situações são considerados como formas atrasadas de agricultura, fatalisticamente fadadas à extinção. Se a terra é transformada gradativamente em renda, torna-se o Estado incapaz de conhecer um território insuscetível de valorização econômica, um patrimônio cultural inestimável, sem o qual um grupo étnico se extingue.

Os territórios negros no Maranhão têm suas origens vinculadas à flutuação dos preços do açúcar e do algodão no mercado externo, por volta da segunda metade do século XIX, que abalaram profundamente os mecanismos de repressão da força de trabalho escrava. Muitos proprietários endividados foram obrigados a vender seus escravos e abandonar suas terras. Tal situação possibilitou a muitas famílias de escravos e ex-escravos se apropriarem de terras incultas e abandonadas, com preços declinantes.

Esses povoados, como sistema de uso comum da terra, constituem-se numa base fixa considerada comum, essencial e inalienável, onde o convívio social é norteado por valores, onde os laços de consangüinidade e compadrio têm relevância com cumprimento de ritos recebidos dos antepassados. As formalidades não recaem necessariamente sobre os indivíduos, sendo que a família se põe acima de muitas exigências sociais. De resto, a utilização de práticas de endogamia e outros fatores que reforçam o parentesco, quer seja por consangüinidade, ou por afinidade, são responsáveis pela indivisibilidade do patrimônio dessas unidades sócias.

O controle do território é exercido de forma a combinar formas de apropriação privada e coletiva de meios de produção conjuntamente. O individualizado é o produto do trabalho sobre a terra, são os frutos da colheita, o resultado do trabalho na casa de farinha e as árvores frutíferas. Em algumas situações, a cada ano, costumeiramente, os trabalhadores rurais escolhem numa determinada localidade do terreno a área que será roçada. Somente após a partilha, a cada ciclo agrícola, de uma terra considerada de todos, que um certo grupo passa a trabalhar um pedaço como se fosse seu, para colher sua produção.

Os territórios conquistados secularmente não podem ser inseridos numa política afunilada pelas ficções jurídicas dos blocos do poder, vinculadas aos interesses do latifúndio. A função social da propriedade só poderá ser atendida na medida em que não elimine os direitos desses grupos, formadores do processo civilizatório nacional.

Não há dúvida de que o quilombo constitui um dos fundamentos históricos dos atuais povoados rurais negros, enquanto elemento de aglutinação e preservação da identidade dos grupos. Tal identidade é criada e reforçada por um território comum, contraponto à lógica de mercantilização da terra, daí o acirramento dos conflitos pela posse dos territórios e as tentativas de expropriação através de grilagens cartoriais.

Não há igualmente dúvida de que o imenso patrimônio cultural afro-brasileiro, como integrante do processo civilizatório nacional, encontra-se ameaçado pela omissão histórica e flagrante do Estado em resgatar uma dívida que está para além da mera proteção jurídica desses territórios, mas que aponta para a criação de mecanismos que levam ao negro em suas comunidades e povoados a cidadania esperada por mais de quatro séculos de opressão e abandono.

O levantamento da situação das “Terras de Preto” ou “Terras de Quilombos”, em regiões localizadas do Estado, é uma necessidade que se reflete de forma permanente nos nossos trabalhos, o aprofundamento sistemático dos estudos sobre os territórios significa o acúmulo de dados que extrapolam o próprio âmbito das demandas específicas do Centro de Cultura Negra do Maranhão, estendendo-se a esfera de atuação do Poder Público, demais instituições e demais entidades que pretendam trabalhar com este tipo de situação. A partir da regulamentação iminente dos direitos quilombolas, diversos órgãos fundiários passam a tomar conhecimento das situações outrora relegadas ao segundo plano.

Por outro lado às transformações sociais que ocorreram no campo maranhense, com a ascendente introdução da prática mercantilista e agro-industriais, provocam, de forma permanente o remanejo da estrutura fundiária, no sentido de novas intrusões ou mesmo eliminação de seus territórios seculares, a exemplo de várias comunidades quilombolas que foram despejadas por grandes latifundiários e implantação de projetos nas regiões

Desse modo o Centro de Cultura Negra do Maranhão, através do Projeto Vida de Negro, pretende contribuir para uma melhor compreensão da questão agrária no Estado do Maranhão e no Brasil, e, criando base para uma posterior intervenção jurídica naquelas áreas que se encontrarem com problemas fundiários, visando a legalização das terras onde moram os descendentes de quilombolas há mais de séculos.


Centro de Cultura Negra do Maranhão - CCN/MA
Rua dos Guaranis, s/nº - Barés - João Paulo - 65040.630 - São Luís/MA
Fone/fax (98) 3243-9707 / 3249-4938 / 3271-8367

sábado, 19 de dezembro de 2009

BACABAL DE TODAS AS ÉPOCAS

BACABAL DE TODAS AS ÉPOCAS
Por: R. Cavalcante


Bacabal,
Começastes a despertar para o progresso
No ano de 1876 com a chegada de Lourenço José da Silva,
Passando pelos Alves de Abreu, pelos Fernandes, pelos Medeiros
Pelos Marques e pelos Freires.

Pelos Oliveiras, pelos Ferreiras, pelos Santos,
Pelos Chagas Araujo, pelos Feitosas, pelos Martins,
Pelos Gonçalves, pelos Trintas , pelos Matos, pelos Coutos
Pelos Ledas, pelos Vales e pelos Vidal.

Bacabal a partir de 1920
começa com os seus prefeitos eleitos iniciando
com os Mendonças, continuando com os Guimarães, os Teles de Menezes,
os Mirandas, os Sousa e, os Ribeiros.
Outra vez os Trintas, novamente com os Vales, o Silva Neto
os Lagos, os Sardinhas, outra vez os Leda e também os Vidal.

Com os Quadros de Oliveira, os Coelho Dias
os Alves de Almeida, o Silva Filho, os Loiolas
duas vezes os Vieira Lins.
Hoje aos 89 anos...continua com Dr.Lisboa.

Todos, vultos da nossa história, responsáveis pelos 89 anos
de progresso e desenvolvimento desse nosso querido Torrão.
A nossa Bacabal de todas as épocas.
Somos gratos a todos. Que Deus tenha ao seu lado os que já se foram...
E, proteja aqueles que estão e os que virão.

Parabéns Bacabal! Feliz aniversário!

VINTE E TANTOS ANOS

Assim que eu te vi há mais de vinte anos
Despertou em mim o desejo de ter você
Era um desejo forte que eu não continha
Querendo te abraçar e te devorar todinha.
Uma vontade insana se apossou de mim
Isso era tão forte qeu me apaixonava e eu,
Lia em teus olhos que também querias
Dias se passaram e nós nos encontamos
Amamos feitos loucos e nos apaixonamos

Juntos nós vivemos o fogo da paixão
Assim, fizemos filhos frutos do prazer
Riscamos de uma vez o medo dos encontros
Distanciamos para longe a nossa timidez
Insensatos ficamos e insaciaveis
Matavamos juntos a fome de amor

Belos eram os nossos momentos
Enquanto juntos estavamos a nos saciar
La se vão mais de vinte e tantos anos
Onde nos amamos sem nos controlar

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

VOCÊ MUDOU...PRA PIOR

Você está diferente.
já não parece mais aquela menininha
que a tua mãe sentava no colo
e fazia milhões de carinho
te chamava de bebezinha e te fazia dengo.
Você mudou, está diferente...não é mais a mesma,
estás transformada em mulher
que sabe tudo da vida...e que vive a vida
de uma forma banal e leviana.
Tu não és mais aquela menina
que tinha um brilho inocente nos olhos
que agora é cheio de malícia e desejos.
Perdestes a humildade muito cedo
e isso pode comprometer os teus ideais
os teus ansêios profissionais.
Você não é mais a mesma...
você mudou...pra pior.

domingo, 13 de dezembro de 2009

TOC TOC

Toc toc
(estão batendo na porta)
Será que é ela
A meiga a tão singela
A dona da minha paixão ?

Toc toc
(tornaram a bater )
Não pode ser ela
Não vou lá ver
Nem posso crer.

Vou ficar aqui parado
Já estou quase prostrado
De tanto a procurar
E esse barulho insistente
Ainda vibra na mente
Mais não me força a andar.

Toc toc
(outra vez na porta)
Melhor eu ir logo ver
Será que é mesmo ela?
Melhor eu ver da janela
Mas,ela...não pode ser.

E olho e não vejo nada
De certo não foi ela
Vou ter que voltar a busca-la
Mais como se já estou sem forças
É quase um sonho tentar.Não, não vou

Toc toc
(insiste)
Vou atender
Tomara que seja ela
Eu não a vi da janela
certeza deve ser ela
Já vou correndo atender.

Não era
Nunca vai ser
Melhor ficar bem quietinho
Remoendo com carinho
O que sobrou de você.

REFLEXO

Diante do espelho eu me procuro e não me vejo,
eu me busco e não me encontro.
Tudo que vejo é um olhar curioso
que me vasculha e também se perde
é um olhar vazio... cansado.
O que vejo não me agrada,
não me conforta,
não me supre de prazer.
Diante do espelho,
observo um estranho
que me analisa e me confunde,
que espreita calado o meu silêncio
(e o silêncio é gritante e confuso)
vejo uma boca muda, estática, travada
escassa de sorrisos;
uma boca morta.
Na fronte, duas rugas me entortam a pele;
tentando enrolar o passado...
cabelos já esbranquiçados me atormentam.
Por dentro, sou ainda jovem sou afoito;
Sou um homem buscando a razão.
Mais agora... diante do espelho
eu conheço um estranho,
um corpo exaurido
de tantos dias sem festas.
Porem, diante desse espelho;
há um pouco de mim escondido:
nesse olhar vago... há um menino;
em baixo desse cabelo branco,
Há um outro eu
Que também procura por mim.

FELIZ...FELIZ...FELIZ NATAL

Nesse natal, não dar-te-ei coisa alguma
Que seja material,
Que valha algum dinheiro
Que seja sentimental.
Eu te ofereço a esperança,
Com ela poderás mudar o mundo
Realizar sonhos, praticar o bem;
Com ela, eu também ofereço a perseverança;
Para que não desistas nunca de lutar;
Dar-te-ei também todo tempo do mundo
Para que possas refletir,
E corrigir os erros,
Verificar os percalços,
Depurar excesso.
Dar-te-ei ainda
Sabedoria, para que sejas justo,
E possas compreender o teu próximo.
Mais nada disso terá valor algum,
Se não tiveres "DEUS" no coração
Por esse motivo, antes de mais nada,
Dar-te-ei "DEUS"
Fique com ele
E tudo o mais será acrescentado.

FELIZ NATAL

JOIA RARA

Tentastes usar o prestigio para me comprar
E nem perguntastes se eu estava á venda.
Cercou-me de dengos...com toda malicia
Tentastes me enfeitiçar
Mas, vou dar-te em reprimenda
Ainda que não entendas
Como é difícil comprar :
Um sentimento puro, que não é teu é meu
Um sorriso sincero
Um amor verdadeiro que não é teu
É dela...só ela pode aceitar
E nem precisa pagar.
Amor é tudo o que tenho
E guardo como tesouro
Bem seguro de ti
Nada no mundo compra...só o empenho
Na troca de tudo que tenho
E nem precisa pagar.
É jóia rara e não é tua...é dela
Só ela pode aceitar.

DEVANEIOS- Fernando Cavalcante

Após o café sentei-me na calçada
A rolar entre os dedos um cigarro;
Deixei o tempo passar
Enquanto me perdia em devaneios.
Tudo passava por mim:
As pessoas correndo,
Crianças brincando no tempo,
O vento zunindo em meu rosto
E um silêncio súbto passou
Tão abrupto que sacudiu o meu corpo.
Notei então que estive ausente de mim
Buscando na janela do tempo
Um sorriso meigo
E um jeito doce
Que ontem me fez ser teu.

COM ELA NA REDE

Eu a vi deitada na rede
Quem sabe a embalar sonhos
A espantar fantasma
Ou vencendo batalhas.
Eu estava com ela na rede
Mais ela nem me viu...
Estava a pensar em outro
E eu do lado,vendo o sonho passar
Eu a vi pousada na rede
A suspirar saudades
A desejar amor.
Eu estava lá e ela nem notou
Eu era a arvore que armava a rede
Fui a folha que deitou com ela
E beijou seu corpo...e ela me esmagou
Eu estive a me balançar com ela
Enquanto ela sonhava.
Eu estive a me abraçar com ela
E ela não notou
Ela não viu o carinho que eu fiz
No momento em que olhou pro alto,
E como folha caída eu colei no corpo dela
Estava suplicando amor.
Que pena
Ela nem notou.

MENINA MULHER

Já sentia em menina, o desejo de ser mulher
De se ver possuída por inteira
De sentir o seu corpo sendo desbravado
Desbaratado por mãos hábeis
Por olhos famintos de desejos
Que outrora apenas sonharam.
Já sentia em menina o cheiro do sexo
Que lhe descia ás entranhas
E seguia no calor por entre as pernas
E em êxtase, apenas se deliciava com o toque
Com a intumescência dos seios
E o arrepio na pele.
Só os olhos falavam sorrindo do imenso prazer
Mais ela era apenas uma menina....
A brincar com a vida. Agora acabou...
Perdeu a inocência nos braços da experiência
A minha, a dele e a do outro...
Que desfalecemos tal qual o sonho dela.
E foi possuída como mulher
E, no entanto, era a mulher a chamar para o coito
E já não era a menina que chamava
Era a mulher. Que após o ato
De fato desfrutou de todo o amor
E cansada a menina adormeceu
E quando acordou
Já era mulher... Porém menina.

SINFONIA DE BEETHOVEN - Fernando Cavalcante

Estava ouvindo Beethoven
Aí me pus a vagar
Nas asas da melodia
Que eu sentia vibrar
E eu era um pássaro solto
Um barco a velejar
Era tão linda a sonata
Que por pouco não me mata
Só de ouvi-la tocar.
Era a nona
E foi quase a ultima de minha vida
Quase Beethoven me mata
É que eu estava na estrada
A cem ou a cento e vinte
(tinha pressa de chegar)
Mais eis que levei um susto
Por pouco eu não me acabo
em baixo de um caminhão
Beethoven me fez dormir no volante,
Só acordei no instante da batida
Quase morto de susto,
Mais ainda com vida
E a sinfonia ainda estava a tocar.
Agora,só ouço Beethoven na cama
Com ela...a minha linda Donzela
O medo agora é que Beethoven se vingue
E me mate de tanto gozar.

AMOR EM MIM É VOCÊ- Fernando Cavalcante

vou tomar teu nome de assalto
(ninguém precisa saber)
Com ele vou fazer desleixe
Ainda que não me deixes
É que precisas saber
É que teu nome me invade
Noite a dentro
Cedo ou tarde
E eu não tenho você
Por que caminhos me foges
Enquanto correndo sozinho
Te busco sem te perder
E bem no meio do caminho
Me perco...estou sozinho
Ainda busco você.
Mais não vou deixar teu nome exposto
O medo é que alguém veja
Um que também te almeja
Que onde quer que esteja
Só pode me dar desgosto
E a lagrima que cai no rosto
Também me lembra você.
Mas,vou tomar o teu nome por assalto
Mais só pra dizer te amo
Pra ver se liberto o peito
Desse lamento sem jeito
Um abandono...você.
Pronto, eu consegui te esconder
Mais você está entre as linhas
Bem no meio da subida
É lá que eu te encontro
E ainda que não me vejas
Sei que ainda almejas
Amor em mim é você.

AMÉLIA - Fernando Cavalcante

Quando Amélia perdeu Calixto
Ninguem chorou...
So Amélia sentiu alivio
Nunca mais sentiu dor.
Quando Amélia perdeu Calixto
Nada mais teve importância
So a perda...so a perda
Mas,Amélia chorou sim e ninguém viu
Ninguém notou uma lagrima no canto do olho
Que gritava saudade
Ninguém viu...
No canto da boca uma angustia
Que sufocava Amélia...ninguem viu.
So Amélia sentiu.
Quando Amélia perdeu Calixto
O mundo ruiu para ela
Que não era feia nem bela
Mais ainda tinha amor pra dar
Por isso
Quando o povo olhou Amélia
Já sabiam que Calixto morreu
Porque era grande e profundo o olhar
Que não chorou pro mundo
Mas que morreu por dentro
No mesmo instante em que Calixto morreu

ABSTRATO- Fernando Cavalcante

Vá para a frente do espelho.
Olhe bem nos olhos teus
Ta vendo aquela tristeza ?
Esses olhos são o meus
Que de tristeza se perdem
Que de chorar já secou
De sonhos que não se medem
E que a distancia isolou
Olha agora a tua boca
Tão muda...tão inerte.
Essa boca é a minha
Que chora a agonia da saudade
Mas,que sorrindo também vinha
Bem antes de começar.
Ta vendo como te fala ?
E nem precisa falar...
Agora,abra os braços
Pois sou eu a te abraçar
Mais se fechares os olhos
Certeza,vais me encontrar
E bem do lado do rosto
Sentirás eu te beijar
Fecha os olhos...fecha
Sentiu ?

À PROCURA

Hoje é noite em minha vida
O sol não brilhou... Só choveu
Hoje, mais que nunca eu me vi só.
E o mundo girava diante de mim
Gritos mudos me enchiam os ouvidos
Com tanto silêncio;
E o sol não nasceu.
Hoje é treva em minha vida
A música parou.
E no meio do nada, um pouco de tudo:
Um resquício de saudade... Um tanto de solidão
Um pouco de qualquer coisa
Caída, largada ao chão.
Hoje o sol não nasceu e a lua já tarda a brilhar
Onde andará os meus sonhos
Meus gritos, meus aís;
Quem saberá da lua?
Pois é noite em minha vida
Será que está distraída
Onde será que estará?
Hoje é noite em meu caminho
E a estrada de espinho
Começa a incomodar;
Onde será que ela está?
Por favor, lua.
Faça brilhar nessa estrada
A Ana da minha vida
Eu não consigo encontrar

DENUNCIE ABUSOS CONTRA CRIANÇAS E AGRESSÕES CONTRA MULHERES

APENAS UM PALHAÇO

Fiz de ti a minha ilusão
pensando que agradava o meu coração.
Te dei carinho, te dei amor
e no entanto nada daquilo que te dei
não teve nenhum sentido, não teve qualquer valor.
depois de algum tempo,
analisando os meus sentimentos,
vi que os teus sentimentos eram mortos
vi que voce fez de minha vida um grande circo
de onde eu não passei de ser o teu palhaço.

sábado, 12 de dezembro de 2009

62 ANOS - O TEMPO NÃO PÁRA

O tempo vai passando
E quase a gente não nota.
Entra ano e sai ano
E não nos damos conta
Que os cabelos estão embranquecendo,
Que os filhos que ontem eram crianças,
Ficaram adolescentes e entraram na puberdade,
Já questionam as idéias dos outros
Se enchem de razão...são donos da razão.
Enquanto não ficamos à frente do espelho,
Acreditamo-nos ainda com a mesma jovialidade,
Com a mesma disposição...homens e mulheres
Vitimas do encolhimento de peles, falta de apetite sexual,
E, muitas das vezes com apetite voraz e insaciável.
Hoje com 62 anos,
Ainda não passo muito por esses problemas,
Porque quando os meus filhos
Começaram a mudar a fala e as meninas engrossar os seios,
Passei a acompanhar a minha regressão física através do espelho
Que revela a nossa verdadeira performance,
Se continuamos novos...ou se ficamos velhos.
Muitos para enganar a si mesmos
Pintam os cabelos e se ridicularizam...
A juventude não volta gaste a tinta que gastar...
O corpo denuncia.
Por minha vez, vou levando a vida
bebendo a velhice no cálice da juventude
E ainda...muitas das vezes
me embriagando de amor.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

FALAR DE DEUS

FALAR DE DEUS


Falar de Deus
Não é preciso tanto assim
É só olhar o que existe entre nós
Vejam as rosas, todas elas perfumadas
E os beija-flores enfeitando os jardins

Veja os pássaros livremente a voar
Vejam as matas que foi um presente seu
Velam os rios, cachoeiras e cascatas
E os animais toda sua criação

Vejam o sol, que dá a luz
No dia a dia pra esquentar a multidão
Vejam a lua e o céu cheio de estrelas
E veja a paz que tem no seu coração.

REFRÃO

É dele sim, que vem a vida
E o amor que só serve para o bem
Falar de Deus, não é preciso
É só olhar o que existe além do além.

A IGREJA DE JESUS "musica evangelica"

A igreja de Jesus
Está no meu coração
Com Jesus eu me confesso
Bem baixinho em oração
Ele é o meu senhor
Nele eu vejo toda Glória
Com Jesus na minha vida
Eu consagro essa vitória.

Unge Senhor a minha vida
Vê se transforma esse ente pecador
Unge-me Senhor me estenda a sua mão
Põe sangue novo dentro do meu coração

Canto Aleluia te agradecendo
Eu me entrego para ti meu bom Pastor
Sou tua ovelha cuida de mim
Me cobre com teu manto e teu louvor.

LOUVOR AO SENHOR "musica evangelica"

Eu te louvarei
Eu te louvarei Senhor
Com todo o meu coração
Eu te louvarei

Em ti eu confio Senhor
Admirável é o teu nome
Santo és tu Senhor
Tu és o meu Salvador

Em ti me alegrei Senhor
Santificado é o teu nome
Tu tens a minha vida Senhor
Santo, Santo é o teu nome

(Refrão)

No Senhor eu confio
Ele é o nosso Rei
Canto louvores pra ti Senhor
És a verdade e a luz
Só o Senhor é Santo
Só ele é a salvação
Só o Senhor é Rei
E a paz do meu coração

PRA DIZER QUE NÃO TE ESQUECI

Desse jeito não vai dar pra te esquecer
Você liga todo dia pro meu celular
E eu atendo porque quero ouvir a tua voz
Desse jeito não vai dar pra esquecer de nós.

Eu te busco no silencio das manhãs
Te procuro nas estrelas lá do céu
E bem longe no infinito, eu encontro o teu olhar
To morrendo de vontade de te abraçar

Hoje eu quero te encontrar seja como for
Pra matar essa saudade que existe em mim
To morrendo de vontade ta aumentando essa saudade
Um grande amor não pode, acabar assim.

Quero outra vez, viver esse grande amor
Sentir todo o teu calor
E te dar o que não te dei
Dizer te amo e gritar para o mundo ouvir
Que você é o meu grande amor
E dizer, que eu não te esqueci.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

TAMBOR DE CRIOULA

O tambor de crioula é uma manifestação Afro brasileira que só existe no Maranhão, mas que aos poucos vem sendo conhecido e difundido pelo Brasil à fora. O ritmo é executado em três tambores, feitos de troncos de madeira e escavado a fogo. O tambor grande é chamado Socador ou Roncador, e serve para fazer a marcação para a punga; o médio chamado de Meão é o responsável pelo ritmo; o tambor pequeno Pererenga ou Pirerê é quem faz o repicado.


A dança do tambor de crioula é caracterizada pela presença da umbigada, que recebe o nome de Punga. É uma dança desenvolvida por mulheres em formação de circulo, a coreografia é executada de forma individual e contam de sapateios e requebrados voluptoso do corpo terminando com a punga, batida no abdomem de outra participante da roda. A punga é uma forma de convite para que outra dançarina assuma a evolução no centro da roda. Os cantos são repetitivos como se fosse estribilho.

FICA MAIS UM POUCO

Fica mais um pouco, senta aqui
Preciso te falar do meu amor
Estou sentindo falta dos teu beijos
Senta e me escuta por favor

Eu tenho tanta coisa pra falar
Mais quero que me escute, senta aqui
Me deixa ficar perto do teu corpo
Só quero relembrar o que vivi

Você foi o melhor dos meus amores
E fez da minha vida o que bem quis
Sonhava ter você por toda vida
Sentindo os teus carinhos só pra viver feliz

Agora você vai
Me deixa aqui sozinho
Sentindo a tua falta
Morrendo de paixão
Meu corpo está em chamas
Querendo os teus carinhos
Morrendo de tesão

TENTAÇÃO

Tentação
É o meu coração
Querendo só te ver
É o meu amor
Querendo só você
É o meu sentimento
Cheio de prazer
Tentação
É saber que você
Não gosta mais de mim
É saber que esse amor
Está chegando ao fim
E pensar que você
Foi mais uma ilusão
Tentação
Foi tentar te querer
E você nem ai
Hoje estou lamentando
O tempo que perdi
Te querendo e você
Nem liga pra mim

E agora
O que é que eu faço
Se te amo tanto
Se os meus olhos
Já não tem mais pranto
Pra chorar por você
Que não gosta de mim.
E agora
O que é que eu faço
Se eu já pedi perdão
Se te entreguei
todo o meu coração
O que é que eu faço
Com essa tentação.



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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

MISTÉRIOS DE AMOR



Tudo começou
Quando você beijou a minha boca
Despertando em mim um desejo adormecido.
No meu peito,
O coração pulsou mais forte
E um calafrio percorreu meu corpo.
Naquele momento,
Senti o sangue fugir das minhas veias
E um tremor incontrolável
Tomou conta de mim.
Fiquei extasiado...
Não pensei que fosse acontecer comigo,
Muito embora tenha sentido algo estranho
Quando te vi pela primeira vez.
Não! Eu não acreditava no que estava acontecendo!
Não sabia se era real, ou apenas um sonho
Um sonho gostoso desse momento audacioso.
Eu queria ser beijado,
Queria sentir a tua boca
Que tremia de desejos de ser beijada
Que estava quente e ardente e queria mais...
E muito mais queria.
Eu queria sentir as tuas mãos
A deslizar o meu corpo,
Me acariciando e me deixando louco.
Eu queria te invadir e sentir os teus mistérios
Num deslizar de corpos,
Na profundeza das tuas entranhas
Num movimento sem parar e,
Sentir você me queimando
Com o fogo da tua paixão
Com as vontades dos teus desejos...
Num desespero de amor...
Num grande impulso... da nossa paixão.
O BEIJO

Amigos prestem atenção
Para o assunto que escrevo
É um assunto bem gostoso
Pois vou falar sobre o beijo

O beijo é um sentimento
Todo cheio de carinho
E se for dado na boca
Mexe com o corpo todinho

O beijo é um desejo
Que causa revolução
Quando dado com amor
Alimenta o coração

Saiba que o beijo também
As vezes traz o perigo
Lembremos da história sagrada
De como Jesus foi traído

Judas era um seguidor
De toda sua confiança
E por causa de um beijo
Causou uma grande lambança

O preço do beijo de Judas
Causou a revolução
Pois Jesus foi maltratado
E conduzido a prisão

Depois foi crucificado
Com uma coroa de espinho
Fazendo escorrer sangue
Molhando o corpo todinho

O povo ainda diz
Que Jesus o nosso irmão
Sofreu tanto lá na cruz
Para a nossa salvação

Porém não fosse o beijo
Que Judas lhe deu na face
Nada disso acontecia
Talvez Jesus se salvasse

Mais essa história sagrada
Foi uma coisa dolorosa
Vamos falar de outros beijos
Que faz coisas bem gostosas



O beijo dado na testa
É um beijo de ternura
É um beijo carinhoso
Todo cheio de doçura

Já na ponta do nariz
Que fica perto da boca
Desperta um sentimento
E deixa a pessoa louca

Na face a gente sente
O perfume da donzela
E ela recebe o beijo
Como uma coisa singela

Um beijo dado no ouvido
É causador de arrepios
E se insistente de mais
Provoca até calafrio

Esse, o corpo não agüenta
Pois não dá pra controlar
E se a cabeça for fraca
Pode o corpo entregar

Um beijo dado no queixo
Quando é com uma mordida
Desperta logo o desejo
Da pessoa bem querida

Porque ele tem malícia
Que outros beijos não tem
Experimente esse beijo
Ou dê um desse em alguém

Um beijinho no pescoço
Faz a gente levitar
E quanto mais gostoso fica
Mais a gente quer beijar

Esse beijo enlouquece
Faz até desfalecer
E a gente fica leve
Parece que vai morrer

Um beijo dado na mão
Não tem malícia nenhuma
É apenas um cumprimento
A gente até se acostuma




Mais se beijar na barriga
Bem pertinho do umbigo
É um beijo que dá prazer
Se não gostar eu duvido

Se o beijo for no umbigo
Sai de baixo meu irmão
O corpo todo estremece
Que não tem controle não

Ai você ta liberado
Pra beijar onde quiser
Ainda mais se o corpo for
Um corpinho de mulher

Você beija, morde e arranha
Em tudo você quer beijar
E só escuta gemido
Mais morre e não quer parar

O beijo é muito gostoso
Seja no lugar que for
Beijo dado com carinho
Beijo dado com amor

O beijo só presta quente
Ele não serve gelado
O beijo não presta enxuto
Beijo só presta molhado

Todo beijo ele tem
Que ser bem correspondido
Seja no claro ou escuro
Seja na praça ou escondido

Tem o beijo de alegria
Esse traz felicidade
Tem o beijo na tristeza
Esse é cheio de bondade

O beijinho se roubado
É uma declaração
Desperta os sentimentos
E causa maior sensação

Agora tem outros beijos
Dados nas ruas e praças
São os beijos de madames
Que não tem nem uma graça


Quando as madames se encontram
É um beijo de cada lado
Não se iludam meus amigos
São beijos falsificados


Tem o beijo de político
No tempo de eleição
Você pode estar sujo
Ele beija a sua mão

Beija na sua cabeça
E no rosto da velhinha
Beija na criança suja
Ainda diz: Oh! que gracinha

Esse beijo é mal dado
Porque não tem sentimento
Só é pra ganhar seu voto
É um impulso de momento

Beijo mesmo é de amor
Que é dado com ternura
Beijo é uma coisa gostosa
Que nos leva a loucura

Beijo dado com carinho
Que acompanha um abraço
É cheio de sentimentos
E acaba sempre em amasso

O beijo é um sentimento
Que não pode ser vulgar
Porque quanto mais se beija
Mais a gente quer beijar
AMOR SEM LIMITE


Nosso amor não tem limite
Tudo pode acontecer
Tudo fica mais gostoso
Quando está eu e você

Minha vida se transforma
Com um gesto desse olhar
E o calor dos teus abraços
Faz meu corpo delirar

Meu viver sem teu carinho
Para mim não é viver
Minha boca sem teus beijos
Só falta me enlouquecer

Você é o meu motivo
De viver cheio de ternura
E a paixão e o amor
Pra nós dois é uma mistura

A paixão que é sempre cega
Se aloja no coração
Faz sofrer e faz chorar
Ela não perdoa não

O amor é um sentimento
Todo cheio de ternura
Ele serve de alimento
É um mal que tem sua cura

Eu te amo e você sabe
Nem preciso te dizer
Você é a minha vida
Você é o meu querer

Porque o amor em nós
É forte e muito gostoso
Você me abraçando assim
Me faz eu ficar dengoso

O amor é o alimento
É quem dá inspiração
O amor sempre abrasa
Queimando o coração





O amor é mesmo forte
Vence todas as barreiras
É um escudo da paixão
Um sentimento verdadeiro

A palavra tem quatro letras
Mais faz um efeito danado
E fica ainda mais gostoso
Com alguém do nosso lado.

O amor é isso e é aquilo
As vezes quase voraz
O amor sempre é pouco
Pois sempre a gente quer mais

O amor tem os seus mistérios
Que é preciso desvendar
Tem um gosto de avelã
E todos querem provar

O amor não é comida
Mais ele sempre alimenta
Tem um gosto especial
De salada com pimenta

Quem ama sabe que é bom
Amar e ser bem amado
Quando a pessoa certa
Está sempre do seu lado

Vou definir o amor
Como sendo sensação
De uma coisa bem gostosa
Que faz bem ao coração

O amor tem altos e baixos
E quando estremecido
Causa uma dor bem profunda
Parece um grande castigo

Numa briguinha de amor
Seja que tamanho for
Deixa a gente apaixonado
Todo partido de dor

Mais quando tudo se ajeita
E volta tudo ao normal
O gosto amargo da dor
foge como o vendaval



Ai a gente se abraça
Como dois loucos insanos
E com um beijo na boca
A gente se ama e faz planos

O amor é uma coisa gostosa
Que faz rir que faz chorar
Tem um gostinho de mel
Que todos querem provar

O amor quando começa
É repleto de carinhos
E os dois corpos se abraçam
Igual pássaros no ninho

O amor a gente vê
No beijo do beija-flor
Que fica batendo asas
Beijando com todo amor

Depois ele alça voou
Todo cheio de alegria
Na certeza que ele volta
A beijá-la no outro dia

É como a borboleta
Que tira o néctar da flor
É como o canto dos pássaros
No galho fazendo amor

É como a força do vento
A balançar a palmeira
É como o brilho da lua
Na noite de sexta feira

O amor sempre esta presente
Em todos os momentos da vida
O amor fica mais forte
Com a pessoa querida

Ninguém sabe definir
O gosto que o amor tem
Se é doce, se amargo
Mais é um gosto que faz bem

Só sei que amar é bom
Pois todos querem provar
As delicias do amor
Seja na terra ou no ar


Amar como eu e tu
Ninguém nunca amou igual
É um amor bem gostoso
Que tem sabor natural

Quando estamos amando
No mundo não tem mais nada
E cavalgando um com o outro
Completamos a jornada

Sem cansaço adormeço
No calor desse teu corpo
E acordando com teu cheiro
Me vejo pronto de novo

Ai de novo te abraço
Sentindo um sabor de mel
E lentamente ele vai
Me levando até o céu

O céu, não é o firmamento
O qual agora refiro
É o gostoso do teu cheiro
No ar que tanto respiro

É nele que me embriago
E cheio de amor pra dar
Te pego e aperto nos braços
E me ponho a te afagar

E nesse afago gostoso
No calor dessa paixão
Quase perco o juízo
Quase explode o coração

O amor está presente
Em tudo que a gente faz
É um chamego gostoso
É um gosto de quero mais

E quando se faz amor
Ainda é mais gostoso
E sempre no aconchego
Tem um final prazeroso

O amor é uma mistura
De desejo e de paixão
É um prato bem gostoso
Que faz bem ao coração



O amor quando é bem feito
Tem gosto de quero mais
Não tem amor mais gostoso
Do jeito que a gente faz

Seja no claro ou escuro
Seja na terra ou no mar
Seja na cama ou no chão
Para o amor não tem lugar

O amor é o arrebite
Pra despertar a paixão
É o troço mais envolvente
Que chega no coração

Dizer que o amor é lindo
Todo mundo sabe disso
Fazendo a primeira vez
A coisa vira um feitiço

E ninguém sabe viver
Sem uma cara metade
Porque é vivendo com ela
Que o amor nos invade

O amor devia ser
Uma coisa muito cara
Devia ter o alto preço
De uma jóia muito rara

Ainda bem que Deus deixou
Para todos desfrutar
Senão...o que eu ia fazer
Para poder te amar?

Eu não posso definir
O quanto te quero bem
Eu só sei que eu te amo...
Como nunca amei ninguém.

Deves te sentir feliz
Por essa declaração
Porque ela vem de dentro
Do fundo do coração

São palavras verdadeiras
Que eu acabo de escrever
Você pode ter certeza
Que fiz também pra você



Se eu fiz também pra você
É porque sei que te amo
E quando estou em silencio
É por você que eu chamo

Eu chamo e você não ouve
Porque é um grito calado
E o eco do meu grito
Fica no peito abafado

Ai então penso e choro
E num soluço danado
Pois a saudade de ti
Me deixa desesperado

E é nesse desespero
Que me agarro em você
Te dou um abraço e um beijo
Pra nunca mais te perder

Vou terminar o romance
Que só falei do amor
Se já leu até aqui
Leia todo por favor

Foi pra você que escrevi
Esses versos de paixão
Pra que guarde com carinho
No fundo do coração

Porque é assim que é o amor
Sem pressão e sem palpites
Sem estradas...sem fronteiras
Sem barreiras...sem limites

Pra quem gostou mando um beijo
Pra quem não gostou também
E se você quer amor
Eu te levo além...do além

No meu próximo romance
Eu vou falar só do beijo
Que é uma coisinha gostosa
Que nos enche de desejos

Quero te dar um abraço
Para dizer quem eu sou
Eu sou R. Cavalcante
Sou o poeta do amor

Pedaços do Coração "música"


Não, não tem desculpas
já estou cansado de te perdoar
Chega, não da mais certo
Chegou a hora vamos terminar
Sei, não faz sentido, eu te querendo
e você não vem
Já esta na hora, vai ser agora
Vai ser pro nosso bem
Não tem despedida são duas vidas
Que vai separar
Eu te amei tanto mais no entanto
O nosso amor vai ter que acabar

Cada um vai pro seu lado
Cada um vai procurar um novo amor
Muito embora o coração
Ainda esteja dividido
Vamos ter que suportar a dor
Vai ficar só a saudade
De um amor vivido com paixão
E se eu não suportar
Eu te peço pra juntar
Os pedaços do meu coração.





POEMAS SEM RIMAS...SEM VERSOS



Busquei palavras para falar de mim
Palavras que falasse do que fui e do que sou
Fiquei pensando, meditei e nada saiu
Pensamento apagado em um branco fosco

Fiquei entediado que me enraiveceu
Uma fúria tomou conta de todo o meu semblante
Que fez transformação na minha face plácida
Que me fez doente do bolo encefálico que se amotinou

Dentro do ego do meu mais profundo orgulho
Ainda buscava me encontrar com as palavras
Que me fugiam, que me abandonavam que iam embora
Em certo momento me fiz sorridente e zombeteiro de mim

Zombei do meu crânio e de tudo que nele contém
E me vi cercado por um acumulo de palavras emaranhadas
E me Perdi olhando através do espelho a volta do mundo enrolado
E virado de ponta cabeça, vazio, vazio, vazio, vazio sem nada

Meu sorriso se fechou de uma forma abrupta e grotesca
E ainda sem palavras para escrever mais um belo poema
Que falasse de meus sentimentos do ontem e do hoje
Que me fizesse mostrar o meu intelecto , fiz apenas esse poema
... sem rimas e sem versos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

VEM AI OS ALAGADOS 2010

Começou a chover. O inverno ja começa a mostrar a sua cara e pode ser maior que deste ano de 2009. Pensar em inverno, nos vem a pergunta: o que os poderes públicos fizeram nesse intervalo de seis meses, que venha amenizar o sofrimento daqueles que todos os anos ficam no desasossêgo, ficando com incomodo de passar o período invernoso em abrigos improvisados, tendo que conviver misturados com gente de toda espécie? das casas prometidas, somente as 52 do bairro Vila Palmeura serão entregues aos moradores. As prometidas aos ribeirinhos, com certeza não dá mais tempo de ficarem prontas, e os moradores da Trizidela e adjacências irão passar mais uma vez, pelo mesmo constrangimento da terrrivel mudança, vendo os seus pertences em cima das carrocerias de caçambas, sendo destruidas a cada invero.Uma pena que quase nada tenha sido feito, por conta da burocracia que emperra o andamento da documentação, que por sua vez, atrasa os recursos que seriam liberados para o projeto que poderia ter beneficiado milhares de futuros "velhos" desabrigados.

NOSSA SAUDE AINDA TEM SALVAÇÃO

Tenho lido em jornais, Blogs e escutado através de canais de rádio e televisão, fortes criticas a respeito do serviço de saude de nosso município.Muitos dizem que a nossa saúde está na UTI, e fico alegre com esse comentário, porque quando ainda está na UTI, resta uma esperança de salvação, pior é quando já morreu.Acredito que todas essas pessoas que criticam, não se dispõem em assistir os programas a nivel nacional quando neles são mostradas a verdadeiras desgraças em termos de saude, onde pacientes morrem nas macas nos corredores de grandes hospitais sem que pelo menos sejam examinados pelos profissionais da saude. Vemos macas nas portas dos hospitais, nos banheiros, pacientes deitados em colchonetes nos corredores e por ai vai. Para mim esse quadro descrito acima, é a "MORTE" da saúde é... a desesperança. Aqui em Bacabal, apesar dos pesares, ainda não vivemos com essa catástrofe. O indice de mortalidade é muito baixo porque não nos deparamos com situações as quais vemos diariamente nos programas de televisão a nível nacional.Muitas pessoas reclamam do Gestor da saude no município e se o nosso prefeito quizer tem solução...é só mandar o mocinho ir cantar em outra frequesia e metade das coisas vão se resolver, porque ainda por cima ele estará satisfazendo os anseios da população que a muito deseja que isso aconteça. Será também para a felicidade de "2010". É para refletir!Você não acha?

VEM AI: O LIVRO BACABAL SUA GENTE SUA HISTÓRIA

O poeta e escritor Raimundo Cavalcante (R.Cavalcante) estará lançando em breve o livro Bacabal sua Gente sua História. Esse livro foi possivel depois de mais de 30 anos de pesquisa. Uma necessidade nas salas de aulas, para que os alunos tomem conhecimento das suas origens com uma informação que deixará de ser superficial com o lançamento desse livro. O poeta também lançará o livro JOÃO EM CORDEL, uma breve história da vida de um dos maiores politicos do Maranhão e a maior Liderança do Vale do Mearim, Dr. João Alberto Souza. Em caráter pessoal dentro da literatura romantica o poeta Cavalcante no decorrer de 2010, pretende lançar o livro AMOR SEM LIMITES, são 80 versos que falam de amor. Se depender do poeta, o ano de 2010 promete na literatura bacabalense. O poeta também está de volta a telinha com o Programa R. Cavalcante aos sabados a partir da 10 horas na TV Difusora. Um beijo do poeta!

QUE REPRESENTANTES TEMOS

A Rede Bandeirantes de Televisão apresenta dentro dentro da sua programação Nacional, o programa CQC, que para quem não sabe significa (Custe que Custar), um dos programas mais assistidos nas noites de segunda feira a partir das 22 horas. `um programa de humor bem sadio e feito com muita responsabilidade, voltado mais para criticar a classe politica. A primeira vez que o assisti, disse cá com os meus botões: "é o programa que faltava na televisão brasileira". Já tivemos outro em tempos passados que tinha por titulo "Satiricom" que também nas suas edições faziam criticas aos politicos.Com o programa CQC, continuamos a presenciar e ouvir através das imagens e do som, grosserias, aberrações, explicações esdrúxulas que nos tornam analfabetos diante de tanta ignorancia, daqueles que nós elegemos para nos representar, pensando que pelo menos fossem sábios nas leis que eles mesmo ajudam a criar, porque são Leis que regem os destinos do nosso país,são nelas que estão inseridas os nossos direitos e deveres, o direito de ir e vir e a nossa liberdade de expressão, que muitos desses analfabetos ainda tentam tolhir com as suas "sapiencias" decepcionantes de analfabetos "embrionários". Um politico Deputado ou Senador que já foi Prefeito não saber o que é TCU, um orgão de fiscalização do dinheiro público mal empregado, e que muitos deles ja foram condenados a devolver...é brincadeira!dezenas de Senadores e Deputados não souberam responder.Isso nos causa impotência, porque a nossa escolaridade, os nossos poucos conhecimentos políticos nos deixam envergonhados, diante da nossa falta de inteligencia, na hora de escolhê-los como os nossos representates. Se perguntarmos a eles o que é MENSALÃO, eles podem até não responder, mais todos sabem o que é, porque todos participam por menos desonestos que sejam.É bom, que nós eleitores agora em 2010,quando estaremos mais uma vez diante das urnas e pensarmos nessas aberrações mostremos para eles a sigla "INM" que quer dizer: IGNORANTES NUNCA MAIS!e assim estaremos votando em pessoas inteligentes e capazes de nos representar.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

LEMBRANÇAS DE NÓS DOIS

Sempre que me lembro de nós dois

Me vem à lembrança o teu jeitinho de menina

Sorrido para mim como se me admirasse

Como se já me desejasse enfim

Sempre que me lembro do teu rosto

Vejo nele um sorriso inocente e doce

Que já transpirava um pouco de malícia

Como se uma mulher vivida já fosse

Sempre que me lembro do teu corpo

Que ainda não despertava os meus desejos

Vejo o teu andar faceiro e lindo

E os teus lábios num tremer pra mim sorrindo

Sempre que eu via o teu sorriso encantador

Que me fazia ver a tua beleza quase pura

Meu coração pulava alegre no meu peito

Que parecia explodir, muito cheio de ternura

Sempre que você com a ternura dos teus braços

Me abraçava num aperto bem gostoso sem igual

Me imaginava te beijando com loucura

Mais não pensava te fazer qualquer que fosse o mal

Eu te amei como nunca amei ninguém

Foram loucuras que nos levaram até o céu

Tenha certeza...você pode acreditar

Que para mim, você foi mais que um troféu.

CULPADOS

Culpado foi aquele beijo

Por eu ter te amado assim

Se não fosse o sabor daquele beijo

Eu não teria o teu amor pra mim

Culpada foi aquela chuva

Que caiu torrencial na praça

Culpada foi a nossa briga

Que acabou em declaração e amasso

Culpada foi tua a resistência

Que não soube resistir a mim

Culpados foram os teus carinhos

Que eu não soube resistir enfim

Culpada foi aquela cama

Naquele quarto lindo de motel

Culpado foi o meu desejo

Que te descobriu...tirou teu véu

Culpada foi você que quis

Que eu te devorasse como um louco

Culpados foi você e eu

Que nos envolvia pouco a pouco

Culpado foi o grande amor

Que tomou conta de nós dois

Culpado foi aquele hoje

Que não deixou pra acontecer depois

Culpada foi aquela louca paixão

Que por muitas vezes a gente conteve

Culpados foram os sentimentos

Que sempre perto da gente esteve

Culpados! Porque somos culpados?

Se tudo o que fizemos tem uma explicação

Foi um desejo louco e um amor sempre voraz

Foi coisa gostosa arranjada pelo coração.

QUERENDO SÓ PRA MIM

Cadê aquele amor que tu sentias

Que hoje dizes que já não sentes mais

Foram tantos os momentos de ternura

Devolve aquele amor...não me tortura

Aonde estão os sentimentos que outrora

Quando em meus braços tu gemias de prazer

Aonde está aquela ânsia muito louca

Quando em delírios tu beijava a minha boca?

Aonde está você que não te vejo

Com o mesmo sorriso com o mesmo amor

Não me conformo com o que andas me dizendo

Eu te querendo e tu dizendo...acabou.

Eu sei que não é assim...ainda me amas

Um grande amor não se acaba assim

Mesmo sentindo teu ressentimento

Você fugindo e eu te querendo só pra mim.

E agora o que eu faço de mim mesmo

Se a minha vida vai se acabando aos poucos

Não me deixes eu te imploro não me deixes

Fica comigo...senão eu fico louco

TE

domingo, 25 de outubro de 2009

AMOR SEM PRECONCEITO

Hoje,
eu quero fazer amor com você
contrariando todas as regras da decência
quero ser voraz
como um felino e fugaz.
Não quero ter preconceitos,
quero invadir o teu mundo interior
e tentar descobrir
os motivos da minha insensatez.

Hoje,
eu quero que a minha imoralidade
deixe acontecer, de todas as formas
um amor felino
que te dilacere e te possua por inteiro.
Só assim, quem sabe
eu possa descobrir
os teus mistérios mágicos
que me deixa louco
quando te possuo.

VOLTA PRA MIM

Hoje,

acordei com vontade de te abraçar

sonhei que eu estava em teus braços

louco pra te amar.

No sonho,

Eu falei pra você

Das minhas histórias de amor,

Depois acordei e chorei

Mergulhado na dor.

As vezes eu fico pensando

Nos beijos que você me deu,

E choro, buscando e querendo

Esse amor que foi meu.

Volta pra mim!

Eu não posso viver

Sem os teus carinhos,

Abraços e beijos...

Eu prefiro morrer.

Volta pra mim meu bem

Eu te chamo

pois você foi e sempre será

A mulher que eu amo

QUANDO PENSO EM VOCÊ

Quando penso em você,

É como se eu tivesse mexendo

Com uma ferida dentro da alma.

Dói de mais, machuca não te ter aqui.

Por mais que eu diga ter te esquecido

Ainda sinto um aperto no meu peito

Quando lembro do teu rosto.

Não dá pra esquecer as palavras

Que um dia ouvi de você,

A tua boca e os lábios que sonhei beijar.

Meu coração vive a angústia

De te querer sem chances de te ter.

A saudade invade a minha alma

E sinto uma tristeza sem fim.

Estou a ponto de explodir de amor,

Estou a ponto de enlouquecer de paixão.

Sei que entre a paixão e o querer...

Só há motivos para chorar.

O teu querer não existe

E essa verdade me dói por dentro,

E mata a minha história de amor

Que nem chegou a começar.

Meu amor por você

É claro como o sol

É belo

Como o amanhecer do dia,

É brilhante

Como os teus olhos,

É puro

Como a inocência de uma criança,

É encantador

Como o brilho da lua,

É animado

Como o piscar das estrelas,

É como um jardim

Com flores perfumadas

É lindo

Como a meiguice de Lorena

E gostoso

Como o sorriso da Mariana.

O meu amor por você é assim...

Muito simples.

SUSPIROS DE VOCÊ

O meu corpo reclama

A falta das tuas mãos

A minha boca reclama

Os beijos que não trocamos

Meus ouvidos reclamam

As delícias dos teus suspiros ofegantes

Quando diz que me ama

E me enlouquece de tanto prazer.

Você fala baixinho e me diz

Sussurrando no ouvido

Que eu sou a tua loucura

A tua vida e o teu bem querer.

Ai, fico louco, faminto e felino

Quando sinto o orgasmo

Que vem de você.

Eu devoro a tua vontade

Engulo o gosto desse imenso amor

E, descanso dormindo em teus braços,

Sentindo os suspiros... que vem de você.

Eu quero
fazer do teu corpo o meu descanso
e deixar dormir o meu cansaço.
Quero sonhar no teu corpo manso
e me deixar adormecer
nos teus braços e, acordar
sentindo o calor dos teus abraços
a me puxar pra cima de você
num desejo manso e louco,
que me faz perder o juízo .
Quero morrer do imenso prazer,
e assim de um jeito especial,
fazer um sexo louco, alucinado e natural.
Quero que você faça de mim
a tua loucura e os teus desejos,
para que eu seja as tuas fantasias,
a tua festa...
e o teu mais louco carnaval

SE VOCE QUISER

Se você quiser o meu amor
fala de uma vez
eu não quero sofrer nem chorar
nem morrer de paixão outra vez.

É melhor você me dizer
que não sente mais nada
pra que eu possa seguir meu caminho
procurar outra estrada.

Se você me quiser diga logo
não me faça morrer de aflição
é que eu quero dar paz e sossego
pro meu coração.

não quero que você tenha obrigação
não tente me iludir
que eu não sou bobo não