Após o café sentei-me na calçada
A rolar entre os dedos um cigarro;
Deixei o tempo passar
Enquanto me perdia em devaneios.
Tudo passava por mim:
As pessoas correndo,
Crianças brincando no tempo,
O vento zunindo em meu rosto
E um silêncio súbto passou
Tão abrupto que sacudiu o meu corpo.
Notei então que estive ausente de mim
Buscando na janela do tempo
Um sorriso meigo
E um jeito doce
Que ontem me fez ser teu.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário